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Apps mudaram nosso jeito de interagir com o mundo

Aplicativos

Quando surgiram os smartphones, houve uma grande reviravolta na maneira que as pessoas sempre tiveram de se comunicar. Com esta evolução e a facilidade de qualquer um em levar seus aparelhos para todo lado, acabaram sendo criadas novas oportunidades de negócio focadas  na mobilidade. Os aplicativos se tornaram um dos jeitos preferidos das pessoas se comunicarem, organizar suas vidas, jogar  póquer, roleta, blackjack, apostas, e até mesmo (acreditem!) para trabalhar.

Talvez os aplicativos de maior sucesso, além de todos os jogos online, sejam os aplicativos de mensagens instantâneas que caíram no gosto popular e conforme foram evoluindo acabaram se tornando mais do que simples meios de comunicação, eles praticamente estão dominando o planeta, sem exagero algum!

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Nos últimos anos, as novidades em aplicativos de mensagem correm em ritmo desenfreado e sem fronteiras. O Whatsapp está aí para comprovar esta afirmação. Com a grande vantagem de ser um aplicativo grátis, com ele ainda fazemos economia, pois podemos  trocar mensagens pelo celular sem pagar por SMS, criar grupos, enviar mensagens com imagens, vídeos e até áudio usando a internet via wi-fi, 3G ou 4G desde que quem receba, também tenha o aplicativo instalado no próprio celular, além de ser compatível com praticamente todos os sistemas operacionais existentes no mercado de Apps. Nesta mesma linha, também existem o Wechat, o Kik, o Kakaotalk e o Snapchat. Os apps de mensagem evoluíram para se tornarem mais do que meios de comunicação instantânea. Eles vão bem além  disso: são o lugar onde fazemos pagamentos, distribuímos e consumimos mídia, conteúdos diversos e  principalmente os jogos online – os apps com maior crescimento no mercado mundial.

E em se tratando dos jogos, com a maioria das pessoas tendo acesso à banda larga, podemos jogar simplesmente tudo através da internet sem necessariamente precisar fazer downloads dos mesmos para o computador ou smartphone neste caso. Os mais procurados são os jogos de multijogadores e os jogos de casino online. Isto porque jogos como póquer, roleta, blackjack, slots e até apostas são possíveis de ser jogados em sites como CasinoOnline.pt/roleta e com a grande vantagem de se jogarem tanto offline quanto online, tudo graças às inovações cada dia mais presentes em nossas vidas a favor do entretenimento. Aumenta as possibilidades de ganhar dinheiro, bem como, de nao falhar torneios importantes para quem gosta deste tipo de jogos além de ser uma alternativa nos países em que estes jogos fisicamente estao proíbidos.

Assim, cada vez mais, os smartphones assumem um papel fundamental nas nossas vidas e nao é só pelo contacto permanente mas com a variedade de usos e vantagens que disponibilizam através das apps que pretendem auxiliar as nossas vidas em praticamente todas as áreas

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Cookie Clicker: que tal fazer alguns biscoitos?

Cookie Clicker é o jogo que faltava para animar aquelas tardes vazias. O nome já diz basicamente tudo sobre o objetivo do game: clique no biscoito e faça mais biscoitos. Você ainda pode usar os cookies produzidos para comprar upgrades, que fazem cookies automaticamente. E de biscoito (ou seria bolacha?) em biscoito veja o quão mostruoso a coisa fica. Em pouco tempo sua pequena fábrica estará produzindo MILHÕES de cookies por segundo.

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Se você curte biscoitos em gráficos maneiros, achivements, belas estatísticas, então vai gostar de jogar a versão atual do jogo. Já se você é um purista ou tem um computador meio lento, vai adorar jogar a versão clássica. Mas tome muito cuidado! O jogo pode ser extremamente viciante e você não vai querer se vicicar em… cookies, não é?

“Doidos por velocidade”: se Need For Speed fosse brasileiro

Doidos por velocidade - Família Batista (capa)

Doidos por velocidade: Família Batista

Dinheiro não é problema neste jogo, você já começa com o suficiente para comprar uma Mercedes SLR McLaren. O desafio é bater recordes de pontos na carteira e tentar evitar ser pego pela imprensa, porque se for pego apenas pela polícia basta deixar cair um trocado.

Uma dica importante é: cuidado com os ciclistas do lado da rodovia, eles podem complicar tudo. E evite as Rainhas de Bateria / Panicats, pois elas dão azar.

Doidos por velocidade: motoboy

Fugindo um pouco do escopo da série, essa edição também conta com carros de toda espécie. Porém, estes estão parados no trânsito, enquanto você corre contra o relógio pelas canaletas e quebra alguns retrovisores.

Doidos por velocidade - Brasília (capa)

Doidos por velocidade: Brasília²

Desfrute as sinuosas curvas do ousado urbanismo de Oscar Niemeyer a bordo de um dos carros mais tradicionais do país. Correr de Brasília por Brasília ao som de Legião Urbana e contra a máquina pública é um sonho de todo tupiniquim.

 

Doidos por velocidade: Lelek Drift

Altas disputas de drifts onde se ganha girando girando girando pro lado e girando girando girando pro outro.

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Desprazeres que novos gamers não terão

Emprestar um jogo e nunca mais vê-lo

Nos velhos tempos de cartucho, principalmente na febre do SNES, a pirataria ainda não se mostrava como alternativa, ao contrário do que aconteceu com os CD’s. A solução, então, era criar uma network para compartilhar os jogos. Como por default todo mundo tinha Mario World, decidia-se quem iria comprar Street Fighter e quem iria comprar Final Fight, por exemplo. Quem tinha Mega Drive é que sofria.

Porém, como nada é perfeito, as vezes um cartucho (vulgo “fita”) desaparecia e nunca mais era visto. Quando mais impopular o jogo, mais fácil dele desaparecer, por mero descaso. Afinal, a briga seria violenta se desaparece um Top Gear da vida.

Hoje a tendência no mundo dos games também é o fim da mídia física e só quem ainda está na década de 10 do século XXI faz esse tipo de empréstimo.

Consertar um cartucho na base do sopro

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Cartuchos eram resistentes, se compararmos com o que veio depois, os sensíveis discos compactos. Era normal abrir uma fita só para ver o que tinha dentro, cutucar tudo, fechar e jogar de boa. Dificilmente se estragava por completo. Porém, as vezes rolava um charme, uma carência no game. Aí bastava dar aquela soprada boa na parte de baixo do cartucho e no encaixe do console que o problema estava resolvido. Claro que ninguém lia as instruções no verso, que PROIBIAM essa prática.

Quando a coisa mudou para CDs, alguns tentaram manter a tradição. Não deu certo e muitos leitores se estragaram assim.

Derrubar tudo com movimentos involuntários

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É muito comum ouvir dizer que mulheres gamers tem o hábito de se movimentarem muito enquanto jogam. Na verdade esta é uma prática conhecida de pessoas ansiosas e competitivas de ambos os sexos. Paremos com o sexismo, galera.

Por algum motivo, os fios dos controles não eram suficientemente longos e isso causava alguns acidentes, desde derrubar o videogame até destruir a estante inteira ou explodir a casa.

Controles sem fio resolveram este problema, apesar que muitas televisões morreram vítimas de Wiimotes voadores.

Estregar as televisões da vizinhança (e a própria)

Já ouviu alguém mais velho dizer que “videogames estragas as televisões” ou algo assim? Parece loucura de gente idosa tecnofóbica, mas  nos primórdios os aparelhos eram tão ruim que o próprio cumprimento da função podia levá-lo ao colapso. Se uma imagem estática fosse exibida por muito tempo poderia “queimar” a tela. E como os games da época não tinham muito movimento, alguns azarados viciados em Pong levavam a culpa.

Mas a maior polêmica era mesmo o modulador de frequência. Antes da existência de entradas de áudio e vídeo, a instalação era feita através de um modulador de frequência, que usava o mesmo receptor das antenas e “fingia” uma transmissão, que geralmente funcionava na frequência do canal 3. Até aí tudo bem nessa gambiarra que era alta tecnologia para a época, o problema era quando essa frequência resolvia interferir nas televisões vizinhas. Aí seu vizinho era obrigado a te ver tentando zerar Contra, fazer o que?

Saca só a robustez deste trambolho!

Saca só a robustez deste trambolho!