Arquivos do tag: jogos

“Doidos por velocidade”: se Need For Speed fosse brasileiro

Doidos por velocidade - Família Batista (capa)

Doidos por velocidade: Família Batista

Dinheiro não é problema neste jogo, você já começa com o suficiente para comprar uma Mercedes SLR McLaren. O desafio é bater recordes de pontos na carteira e tentar evitar ser pego pela imprensa, porque se for pego apenas pela polícia basta deixar cair um trocado.

Uma dica importante é: cuidado com os ciclistas do lado da rodovia, eles podem complicar tudo. E evite as Rainhas de Bateria / Panicats, pois elas dão azar.

Doidos por velocidade: motoboy

Fugindo um pouco do escopo da série, essa edição também conta com carros de toda espécie. Porém, estes estão parados no trânsito, enquanto você corre contra o relógio pelas canaletas e quebra alguns retrovisores.

Doidos por velocidade - Brasília (capa)

Doidos por velocidade: Brasília²

Desfrute as sinuosas curvas do ousado urbanismo de Oscar Niemeyer a bordo de um dos carros mais tradicionais do país. Correr de Brasília por Brasília ao som de Legião Urbana e contra a máquina pública é um sonho de todo tupiniquim.

 

Doidos por velocidade: Lelek Drift

Altas disputas de drifts onde se ganha girando girando girando pro lado e girando girando girando pro outro.

Desprazeres que novos gamers não terão

Emprestar um jogo e nunca mais vê-lo

Nos velhos tempos de cartucho, principalmente na febre do SNES, a pirataria ainda não se mostrava como alternativa, ao contrário do que aconteceu com os CD’s. A solução, então, era criar uma network para compartilhar os jogos. Como por default todo mundo tinha Mario World, decidia-se quem iria comprar Street Fighter e quem iria comprar Final Fight, por exemplo. Quem tinha Mega Drive é que sofria.

Porém, como nada é perfeito, as vezes um cartucho (vulgo “fita”) desaparecia e nunca mais era visto. Quando mais impopular o jogo, mais fácil dele desaparecer, por mero descaso. Afinal, a briga seria violenta se desaparece um Top Gear da vida.

Hoje a tendência no mundo dos games também é o fim da mídia física e só quem ainda está na década de 10 do século XXI faz esse tipo de empréstimo.

Consertar um cartucho na base do sopro

Pessoas-assoprando-cartucho-4.jpg

Cartuchos eram resistentes, se compararmos com o que veio depois, os sensíveis discos compactos. Era normal abrir uma fita só para ver o que tinha dentro, cutucar tudo, fechar e jogar de boa. Dificilmente se estragava por completo. Porém, as vezes rolava um charme, uma carência no game. Aí bastava dar aquela soprada boa na parte de baixo do cartucho e no encaixe do console que o problema estava resolvido. Claro que ninguém lia as instruções no verso, que PROIBIAM essa prática.

Quando a coisa mudou para CDs, alguns tentaram manter a tradição. Não deu certo e muitos leitores se estragaram assim.

Derrubar tudo com movimentos involuntários

giniu-freeza-e-vegeta-jogando-video-game2

É muito comum ouvir dizer que mulheres gamers tem o hábito de se movimentarem muito enquanto jogam. Na verdade esta é uma prática conhecida de pessoas ansiosas e competitivas de ambos os sexos. Paremos com o sexismo, galera.

Por algum motivo, os fios dos controles não eram suficientemente longos e isso causava alguns acidentes, desde derrubar o videogame até destruir a estante inteira ou explodir a casa.

Controles sem fio resolveram este problema, apesar que muitas televisões morreram vítimas de Wiimotes voadores.

Estregar as televisões da vizinhança (e a própria)

Já ouviu alguém mais velho dizer que “videogames estragas as televisões” ou algo assim? Parece loucura de gente idosa tecnofóbica, mas  nos primórdios os aparelhos eram tão ruim que o próprio cumprimento da função podia levá-lo ao colapso. Se uma imagem estática fosse exibida por muito tempo poderia “queimar” a tela. E como os games da época não tinham muito movimento, alguns azarados viciados em Pong levavam a culpa.

Mas a maior polêmica era mesmo o modulador de frequência. Antes da existência de entradas de áudio e vídeo, a instalação era feita através de um modulador de frequência, que usava o mesmo receptor das antenas e “fingia” uma transmissão, que geralmente funcionava na frequência do canal 3. Até aí tudo bem nessa gambiarra que era alta tecnologia para a época, o problema era quando essa frequência resolvia interferir nas televisões vizinhas. Aí seu vizinho era obrigado a te ver tentando zerar Contra, fazer o que?

Saca só a robustez deste trambolho!

Saca só a robustez deste trambolho!