3 Melhores livros que li em 2015

3 Melhores livros que li em 2015

3 – O Guia do Mochileiro das Galáxias (Douglas Adams)

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Eis um livro ao qual eu deveria ter sido apresentado na adolescência. É basicamente um belo amontoado de sacadas geniais. Pena que a qualidade despenca a cada novo livro da série.

 

2 – A Lenda de Ruff Ghanor (Leonel Caldela)

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É interessante como a gente se sente parte de alguma coisa por ter acompanhado desde sua criação, mesmo que como consumidor. Ouvi com muito prazer os três podcasts especiais de RPG do Jovem Nerd, de onde surgiria A Lenda de Ruff Ghanor.

Ler o livro foi ainda mais prazeroso, por o universo criado por Leonel Caldela é rico, dinâmico e independente. O livro pode ser lido por qualquer pessoa, mesmo por quem nem sabe o que é Nerdcast.

 

1 – Eu, Robô (Isaac Asimov)

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É muito bom ler livros que te tragam idéias novas. Estamos acostumados com a era da internet, onde a leitura se tornou sinônimo de busca por informações. Mas de que servem informações se elas não te ajudam a concatenar idéias?

Eu, Robô traz uma visão futurística tão filosófica que abre nossa mente para o inevitável, porém infindável, destino da humanidade.

4 melhores músicas que descobri em 2015

4 melhores músicas que descobri em 2015

Downstream (Shira Kammen)

Essa linda música faz parte da trilha sonora de Braid, jogo indicado no post dos melhores jogos de 2015.

Nightcall (Kavinsky)

Música da trilha sonora marcante de Drive, filme indicado no post de melhores filmes de 2015.

BoJack’s Theme (Patrick Carney)

Uma das melhores séries de 2015, apesar de não ter entrado na lista das 5 melhores. A série é de 2014, mas esse ano foi a primeira vez que esse tema foi tocado por completo em um dos episódios.

Lost (Frank Ocean)

Segundo o site Year in Music do Spotify, Frank Ocean foi o artista que mais ouvi em 2015, sendo channel ORANGE o álbum mais escutado e Lost a música mais ouvida.

Vale a pena ouvir o álbum completo.

7 melhores filmes que assisti em 2015

7 melhores filmes que assisti em 2015

Listas de melhores filmes de 2015 não faltam por aí. Você pode confiar no IMDb, no CinePop, no Metacritic ou até no poder da pirataria. Mas o que te ofereço aqui é uma lista pessoal e intransferível. Receba e aceite como sugestões de um amigo negro que sua mãe diz para tomar cuidado e não deixar sozinho na sala (já rolou isso contigo que eu sei).

7 – Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força (2015)

Finalmente pude fazer parte de uma experiência Star Wars e entender o completo fanatismo que os fãs (“fanatismo de fãs” é pleonasmo, não?) tem pela saga.

Sem dúvida foi o filme mais emocionante de se assistir em 2015, mas os motivos são extra-filme, então sem contar a apelação, sétimo é uma posição justa.

Não se preocupe, com certeza teremos outras oportunidades de conversar mais sobre Star Wars por aqui.

6 – Divertidamente (2015)

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A Disney foi tão certeira neste filme que até me arrisco a dizer que foi certeira demais.

Sim, Divertidamente é um filme que toda a família pode assistir junta. Mas enquanto para as crianças essa é uma história divertida e colorida, para adultos essa é uma história triste, profunda e depressiva.

Vale a pena chorar de novo.

5 – Drive (2011)

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Assisti esse filme despretensiosamente numa daquelas noites que você abre a Netflix quase sem querer. Wow, que filme fantástico. A trilha sonora não sai da minha cabeça até hoje.

4 – Cães de Aluguel (1992)

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Último filme do Tarantino que me faltava (pelo menos dos que importam). Como não podia ser diferente, fui surpreendido por uma trama muito diferente do que imaginava para um filme de assalto.

3 – Mad Max (2015)

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Mad Max sempre foi uma lenda em nosso imaginário desde aqueles clássicos filmes dos anos 80. Mas depois de 2015 eu nem lembrarei mais de quem foi Mel Gibson. Sério, tive até que pesquisar para lembrar quem era.

Mad Max redefiniu todo um universo sendo completamente fiel a ele. Ou seja, fez a mesma coisa que Star Wars, só que melhor.

2 – Se7en (1995)

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Mais um filme que tive o prazer de assistir “no escuro”, sem saber nada além do nome e da presença dos dois atores principais. O resto foi tudo surpresa.

E quanta surpresa. Por mais que desde o começo do filme eu já estivesse pescando algumas coisas, ainda assim é de explodir a cabeça o modo como tudo acontece.

1 – Beasts of no Nation (2015)

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É estranho indicar esse filme, porque dizer que ele é bom talvez não seja a maneira mais adequada de descreve-lo. Eu, assim como várias outras pessoas, não consegui assistir o filme inteiro de uma só vez. Assisti metade, parei e só voltei a assistir no outro dia. Motivo: o clima é muito pesado.

Sinal de que o filme retrata perfeitamente aquilo que deseja, o horror das guerras civis africanas.

Os melhores posts de 2013

Este foi um ano fantástico, assim como havia sido 2012. 2014 já promete muito. Porém isso tudo é referente a minha vida offline. Quanto ao blog, a única certeza é que não terei mais obrigação de mantê-lo. Isso pode significar duas coisas: a volta da blogagem moleque, da blocagem marota ou ainda o fim do blog. Só o tempo dirá.

Enquanto isso, fique com os melhores posts de 2013.

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10 maneiras mitológicas de alcançar a imortalidade

10 maneiras mitológicas de alcançar a imortalidade

Você gostaria de provar o sabor da imortalidade? A pergunta é retórica, porque eu sei que a resposta é sim. O sonho de viver para sempre é tão presente no inconsciente e no consciente humano que se manifesta em todas as crenças, mitos e mitologias, cada um a sua forma. Para conseguir a imortalidade, o ser humano é capaz de tudo, até mesmo viver uma vida sem pecados (ou quase sem). Mas existem meios mais fáceis de alcançar a imortalidade. Pelo menos mitologicamente falando.

10 – Comer uma sereia

Sereia-nadando-com-peixes

Esse é o sonho de vários homens, mas o sentido é diferente. No caso, estamos falando sobre comer uma sereia no sentido gastronômico. E nem é uma sereia, mas sim um Ningyo (link em inglês), uma peixe-humano do folclore japonês, que não é tão atraente assim. Em geral, um Ningyo traz má sorte quando capturado.

Uma das lendas conta a história de uma garota conhecida como “A Freira de Oitocentos”, que comeu acidentalmente carne de Ningyo e foi amaldiçoada com a vida eterna (vida eterna é considerada azar por algumas culturas). Depois de anos de solidão, vendo diversos maridos e filhos morrerem, ela se converteu ao budismo. Devido a sua fé, foi agraciada com a dádiva da morte e faleceu aos 800 anos.

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Top 5: Coisas das quais você deveria parar de se orgulhar

Ter/criar filhos

mulher com 18 filhos

Ter filhos pode até ser um milagre, mas não é algo complexo. Basta fazer o que todo mundo gosta de fazer. Já criar não passa de uma obrigação, mesmo aqueles que não querem são obrigados a criar os próprios filhos.

O resultado da criação sim, se for bom, é digno de orgulho.

Torcer pra time grande

Torcedores brasileiros do Barcelona

Freud explicaria esse comportamento das pessoas, principalmente homens, que acreditam serem grandes por terem escolhido um time grande para torcer. É como comprar um sapato grande e se gabar do tamanho do pé.

Muitas pessoas nunca viram o “próprio” time jogar, moram à quilômetros de distância e apenas assistiram parte da história deste time pela TV, mesmo assim creem que tem razões para se orgulhar.

Ter acesso à internet

You're not deep

Eu já disse que não gosto daquela frase “você não é poeta, você não é profundo, só tem acesso à internet”, porque ela tenta limitar as possibilidades dos usuários da rede. Mas é conveniente lembrar que ela tem um fundo de verdade.

Ter perfil em todas as redes sociais não nos faz mais sociáveis e receber curtidas de misericórdia não torna nossas atualizações relevantes. É apenas sinal de que estamos conectados de algum modo.

Fazer sexo

fazer sexo

Todos os animais fazem sexo e para cada pessoa que não quer fazer sexo contigo existem outras 3 que querem. O problema é que ainda pode ser um taboo, justamente por alguns considerarem um grande feito fazer ou dispensar sexo.

“Ah, mas aí banalizaria” pergunte à um instrutor de salto se ele acha saltar de paraquedas banal.

Ter beleza

Ellen Rocche gata

Usar a beleza a seu favor é um direito, se orgulhar dela é burrice. Beleza, quando não é genética, é fabricada. Em ambos os casos não é algo à se orgulhar, não te torna especial como ser humano. Como objeto, sim. Pois é isso que a beleza é, um objeto.

Como disse, você tem o direito de usar o objeto que é a beleza à seu favor. Do mesmo modo você poderia usar o objeto da força. Mas lembre-se de se orgulhar de atingir seus objetivos, não de usar seus objetos.

Games mashups: o que sairia da união de games épicos?

Games mashups são uniões das qualidades existentes em dois games, para juntar o que há de melhor em ambos e fazer um jogo épico e inesquecível. Na vida real é raro, quase impossível de acontecer. Mas na minha imaginação, já joguei-os várias vezes. Confira alguns dos meus Mashups mais desejados.

Mário For Speed – Most Wanted

Need For Speed + Mário Kart

 

Kart é para amadores. E se nosso velho conhecido Mário se infiltrasse no perigoso mundo das corrigas de rua com o objetivo de destronar seu eterno antagonista Bowser? Claro que, entre uma corrida e outra, Mario teria que fugir da força policial dos Koppa Troppas.

 

FIFA Manager Whole World

FIFA + Football Manager

Na verdade isso é mais um sonho do que um Mashup. É simples: eu quero poder jogar a série D no FIFA com o poderoso Cianorte FC, o Leão do Ivaí. No Football Manager já estão lá as equipes, as competições, os jogadores e mesmo se não tiver algo, não tem problema, você pode editar tudo.

Eu entendo que a proposta do FIFA (ou mesmo do PES) não é essa, mas, caras, eu quero tanto.

Final Marvel x Capcom Fight

Marvel x Capcom + Final Fighter

Se é para colocar esses dois mundos em Guerra, porque não colocar-los em um ambiente mais menos amigável? Chega de lutinha, queremos um beat-’em-up side-scrolling, e destruir alguns carros nas fases bônus usando o Mega Man, por que não?

Evil Raider

Tomb Raider + Resident Evil

Não tem muito o que explicar aqui, apenas que gostamos de matar zumbis, mas também curtimos a Lara Croft, então seria muito bom unir o util ao agradável e colocar essa personagem para estourar alguns miólos zumbis. Em trages curtos e apertados, de preferência.

Dance Band

Rock Band + Just Dance

“Como assim unir um jogo de banda com um jogo de dança? Que coneção com a realidade teria isso?”

Ora, pense bem, que tipo de banda canta e dança por aí? Isso mesmo, um jogo todo dedicado à Boy/Girl Bands. N’Sync, Backstreet Boys, 5ive, Spice Girls, Destiny’s Child e por aí vai.

Adriano’s Life

Pro Evolution Soccer + Grand Thief Auto

Subir o morro, pegar moral com os traficantes, pegar vadias, beber muito e, às vezes, jogar futebol em grandes clubes.

Top 10 Papas que entregaram o cargo

10 – Gregório XII

Papa Gregório XIIGregório XII esteve no cargo entre 1406 e 1415. Naquele tempo era diferente, e Gregório XII tinha dois antipapas, ou seja, pessoas que se consideravam mais líderes da igreja do que o Papa oficialmente eleito, Bento XIII e João XXIII. O estranho é que sua eleição foi condicionada à permanência de Bento XIII como antipapa. Por isso os dois abandonaram o cargo ao mesmo tempo. João XXIII, o antipapa restante, foi deposto e quem assumiu foi o Papa Martinho V, dois anos depois.

9 – São Celestino V

Papa Silvestre IIISão Celestino V foi o último a não ser eleito em um conclave. Seu papado foi de agosto a dezembro de 1294. Como um monge beneditino, desde a idade de 17, ele vivia como um eremita e era famoso por sua espiritualidade. Como os cardeais não conseguiram decidir quem era o homem certo para reinar depois que o antecessor de Celestino morreu, eles concordaram em eleger alguém que era um sacerdote simples, conhecido por causa de sua santidade. Relutantemente, ele concordou e convocou os cardeais (ao invés de ir até eles em Roma). Quando se reuniram, Celestino V sentou em um jumento com seu vestido humilde e foi levado a Roma. Dois monarcas tomaram as rédeas de seu jumento.

Por fim, Celestino V se demitiu porque sentiu que não era adequado para o cargo. Ele voltou a suas origens humildes e morreu em 1295. Ele foi canonizado em 1313 e seus restos mortais são venerados até hoje.

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4 fãs que ficaram famosos graças a suas obsessões

4) O gamer viciado que virou personagem do jogo      

Começou como:

Seth Killian, um garoto nerd comum, que costumava ser muito, mas muito viciado em Street Fighter.

Se tornou:

O chefão de Street Fitghter IV, “Seth”…

seth street fighter

… e empregado da Capcom.

Seth Killian

Ao contrários dos outros milhões de jogadores fanáticos de Street Fighter IV, Seth Killian levou a diversão mais a sério. Ficou tão bom que começou a jogar em competições e até organizava torneios próprios. Tentou conseguir apoio da própria Capcom para seus eventos, mas a empresa recusou várias vezes.

Mas anos depois a Capcom mudou de direção e entrou em contato com seu maior fã. Cansado de ser ignorado por anos, Seth inicialmente recusou. Mas quando lhe falaram que o projeto no qual trabalharia seria o Street Fighter IV, aceitou sem pensar duas vezes.

Hoje Seth é diretor estratégico, online e de comunidade, e assessor especial de combate da Capcom.

 

3) A fã de Harry Potter que virou Luna Lovegood         

Começou como:

Uma criança comum, fantasiada de Harry Potter, esperando em uma fila por um autógrafo no livro mais recente da saga.

Evvana

Se tornou:

Uma das estrelas do filme.

Tudo começou quando Evanna Lynch e sua irmã mais velha Emily planejaram acampar para serem as primeiras a comprar A Ordem da Fenix (uma típica “fila na Apple Store” de crianças irlandesas). Porém, Evanna foi hospitalizada e os planos iriam por água abaixo. O caso comoveu muita gente e um plano foi arquitetado para permitir que a pequena garota realizasse seu sonho. Evanna ganhou uma cópia autografada do livro.

Anos mais tarde, quando começaram as audições para os filmes, Evanna concorreu com cerca de 15 mil outras garotas pelo papel de Luna Lovegood. Apesar da enorme concorrência, Evanna já era uma conhecida fanática da série e isso pesou para sua escolha.

Hoje, outros fãs não conseguem imaginar Lovegood com outro rosto e personalidade. Para eles, Evanna é e sempre foi a própria Lovegood.

2) A Cosplayer que fez o caminho inverso acontecer    

Começou como:

Mais uma das milhares de cosplayers que se dedicam de coração ao personagem, no caso, Elizabeth de BioShock.elizabethFonte: http://ormeli.deviantart.com

Se tornou:

O rosto oficial de Elizabeth.

Anna Moleva fez tão bem o trabalho que se dedicou a fazer que impressionou bastante os criadores do programa, que decidiram fazer algo até então inédito: a personagem passou a se basear na cosplayer. Os produtores do jogo contrataram Anna para ser Elizabeth em carne e osso em comerciais de TV e também se esforçaram para igualar os traços de Elizabeth aos de Anna.

1) O geek que virou Dr. Who                                    

Começou como:

Um jovem tão obcecado por Dr. Who que os professores precisavam pedir para ele parar de falar sobre isso.

David_Tennant

Se tornou:

O próprio Doutor.

Recentemente Dr. Who passou Star Trek e se tornou a mais longa série de ficção científica. O dobro de atores interpretaram o Dr. comparado com James Bond. E nos anos 70 o responsável pelo papel era Tom Baker (o quarto Doutor) e seu maior fã no mundo era um garoto nerd chamado David McDonald. O fanatismo de McDonald era tão grande que Dr. Who foi o único assunto sobre o qual ele escreveu na escola. Tanto que seu professor foi obrigado a pedir que parasse.

Obcecado e talentoso, David começou no teatro apenas movido por sua vontade de se tornar o Doutor. Mudou seu sobrenome para Tennant, pois já existia um David McDonald nos livros da British Actors’ Equity Association.

Fez uma carreira de sucesso em produções Shakespearianas. Até que um dia descobriu que estavam se preparando para trazer a série de volta após 14 anos e implorou por uma chance. Perdeu o papel para o ator Christopher Eccleston.

Mas no ano seguinte, Eccleston saiu e Tennant finalmente ganhou o papel e realizou seu sonho. Foi décimo Doutor, ficando entre 2005 e 2010 e sendo escolhido pelos fãs como o melhor Doutor de todos os tempos. Ah, e para completar sua obsessão, se casou com a filha de Peter Davison, o quinto Doutor.


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10 cenas inesquecíveis que não estavam no roteiro

10 cenas inesquecíveis que não estavam no roteiro

Arma x Espada

(Os Caçadores da Arca Perdida)

Enquanto perseguia Marion (Karen Allen) depois que ela foi sequestrada, Indiana Jones (Harrison Ford) é parado por um cara vestido todo de preto de com uma espada gigante na mão. Em vez de lutar, Indy simplesmente puxar o revólver e acabar com a história com apenas um tiro.

O roteiro original previa uma longa luta, mas um dia antes Ford teve um caso grave de intoxicação alimentar e não tinha a energia para filmar a cena como está escrito. Depois de uma discussão com o diretor Steven Spielberg, a cena mudou e tornou-se uma parte icônica de Indiana Jones.

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