Esse assunto já está mais batido do que pinto de perseguidor da Geysi. Mas como bater não faz mal a ninguém, desde que respeitadas as limitações fisiológicas do orgão, vamos analisar o que vem ocorrendo. Já falamos aqui como ocorreu o efeito dominó que levou à um quase linchamento público de uma moça, mais ou menos gostosa, que resolveu colocar uma roupa curta.

Mas o efeito dominó não parou por aí, ele continua, até hoje. Depois dos idiotas, surgiram os oportunistas. São desde alunos “vira-casaca” até partidos políticos, passando por advogados e reitores. Por enquanto, a pivô do caso não se aproveitou da situação para se promover, o que já mostra que ao menos personalidade a garota tem. Mas há de chegar à hora onde o bolso falará mais alto.

Afinal, Geysi se tornou símbolo de várias coisas, dependendo do angulo oportunista que se olha. Se tornou simbolo da democracia e união do movimento estudantil, se olharmos pelo lado político. Se tornou símbolo do combate à discriminação e intolerância, se olharmos pelo lado social. Se tornou símbolo de como a Glória Kalil pode salvar sua vida, se olharmos por um lado “meu Deus, no que estou pensando?”. E, por último, Sex Simbol.
Sim, sex simbol. Não estou dizendo que ela é gostosa. Mas nem precisa ser. Para se tornar sex simbol no Brasil, basta estar envolvido em qualquer coisa que remotamente possa lembrar sexo. Lembra da Monica Veloso? Pois então. É bem possível que as revistas masculinas cogitem contratar a moça, assim que a poeira baixar um pouco. E ela aceitará, óbvio. Quem não aceitaria? E aí os oportunistas surgirão de novo, com novos discursos, sobre ética e etc…
O que quero dizer com isso? Bem, que o título pode ser diferente, mas a história é a mesma de sempre.

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