CSI Brasil

Sabe aquela série onde alguém morre, nem sempre alguém importante, e uma equipe cheia dos equipamentos modernos, incluindo renderizadores que permitem zoom infinito, aparece para solucionar o caso? Não estou falando de Scooby Doo e sim de CSI.

A série tem dois spin-offs, CSI – Miami e CSI – New York. Geralmente, a diferença entre as duas só é sensível para os habitantes dos EUA. E se existissem spin-offs de CSI aqui no Brasil, como seriam?

CSI – São Paulo

Alguém morre. É um nordestino. Logo a equipe de Investigação na Cena do Crime chega para solucionar mais um mistério. A suspeita é que os criminosos estejam ligados à um movimento radical separatista. No fim, descobre-se que o nordestino era alérgico à garoa.

Perseguição alucinante no CSI – SP

CSI – Rio de Janeiro

Alguém morre. Um carioca. Suspeitam logo de um perigoso traficante que domina um dos morros. A equipe descobre o envolvimento de um turista alemão. Gritaria, correria, saltos de paraquedas entre o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor. No fim, o carioca morreu só de malandragem…

CSI – Rio Grande do Sul

Alguém morre. *Chimarrão* Não era um gaúcho. *Chimarrão* Bah, então dane-se, tchê. *Chimarrão*

Equipe do CSI-RS

CSI – Paraná

Alguém morre. Numa plantação de soja. Descobrem que era um Sem-Terra. Ignoram.

 

Grãos de soja que valem mais que barras de ouro que valem mais que dinheiro.

E mais

CSI – Bahia: alguém morre. Suspeito é vocalista de uma banda de Axé. Correria no Pelourinho, tirolesa entre o elevador Lacerda e o Mercado Popular. No fim, intoxicação por vatapá.

CSI – Mato Grosso: alguém morre. Resta saber se foi por insolação ou desidratação.

CSI – Ceará: Alguém morre. Uns fazem repente sobre os suspeitos, outros fazem piadas sobre o defunto.

CSI – Acre: Alguém morre no Acre. Oito temporadas para descobrir se existe, onde fica e como chegar ao Acre. No fim, encontram a Ilha do Lost e esquecem quem tinha morrido.

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