Por onde andam os integrantes do Br’oz

 

Por onde tenho andado nesse Brasil varonil tenho escutado o clamor geral da nação para que a boy band mais amada que já existiu. O Br’oz, Para quem não lembra (uma minoria sem vergonha), Br’oz foi a banda de maior sucesso dos anos 2000 (Obrigado pelo alerta, Morib). Revelada pelo extraordinário programa Popstar, da SBT, eles eram a versão masculina (e muito mais talentosa) do Rouge. O sucesso “Prometida” ganhou destaque na Billboard e sim, sim, sim, não sai de nossas cabeças.

Mas, subitamente, no ápice do sucesso, a banda desapareceu do mapa, deixando uma legião de fãs órfãos de boa música. O Negão Internauta não pode deixar isso barato, então resolvi fazer uma longa pesquisa, que levou dias. Saiba onde estão os integrantes do Br’oz nessa reportagem exclusiva!

Oscar Tintel

 O negão #2 da banda. Sem estereótipo algum, era ele que cantava as partes de Hip Hop das músicas da banda. Logo que o grupo acabou, se juntou com más companhias e saiu em turnê com Rodriguinho, dos Travessos. Sim, Oscar tornou-se um pagodeiro. Hoje vaga por aí com a banda Eterno Astral.

Jhean Marcell Couto

O japinha da banda. Se o Br’oz ainda existisse, provavelmente apareceria nos clipes com um Iphone ou praticando alguma arte marcial. Ele foi para os EUA fazer uma pós-graduação em… Negócios pela Internet. Sim, ele quer virar o Interney ou o Anderssauro. Ele ainda gravou umas músicas, que podem ser escutadas aqui.

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Matheus Herriez

O gateeennnhoo da banda. Ele era tipo o Brian, do BSB. Dava aquele olhar 43 e as mina iam à loucura. O jovem é tão malandrão que tratou de dar uns pegas na Patrícia, do Rouge. E os pegas foram tão bem dados que os dois se casaram. Pois é, manolo, Rouge e Br’oz são agora uma única família!

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Filipe Duarte

O bad boy da turma. Depois que saiu fundou uma banda de Heavy Metal e… mentira! Filipe desonrou e virou o vocalista d’Os Travessos. Vê como o mundo dá voltas? Bizarro.

André Marinho

O negão #1. Sei lá, sempre achei André meio fora do perfil de boy band. Tanto que logo que acabou o Br’oz, André virou boxeador e… mentira também. André também foi para o lado do pagode. Com a banda Cupim na Mesa, lançou um disco com sucessos inéditos e regravações de… Claudinho e Buchecha (míiiiticooosss!!!) e Fagner (“Quem dera eu ser um peixe…).

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Site do Cupim na Mesa

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 Então é isso. Segue a campanha pró-retorno do Br’oz, mas com um certo receio de que a banda volte tocando pagode.

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