Como poderia ser Tropa de Elite 3

Maior sucesso do cinema nacional, Tropa de Elite teve dois filmes de enredos bem fechados. Porém o mínimo que se espera de uma trilogia são 3 partes, então resolvi imaginar como seria a continuação.

Tropa de Elite 3 – O Gigante Acordou

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Copa do Mundo de 2014. Depois da onda de manifestações ocorrida na Copa das Confederações, o agora Secretário de Segurança Nascimento se vê diante do maior desafio de sua vida. O país inteiro é uma bomba relógio, prestes a estourar diante do mundo inteiro. Controlar os protestos usando policiais sob extrema pressão da sociedade vai ser apenas um dos desafios, já que além de tudo é ano de eleição e nos bastidores a politicagem fará de tudo para manter o sistema ou aproveitar o momento para aperfeiçoa-lo.

Conseguirá Nascimento impedir o inevitável?

Democracia ou morte?

Brasil vai ser Hexa?

Tropa de Elite 3 – O sistema contra-ataca

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Após a CPI bem sucedida comandada pelo deputado Fraga, Nascimento acredita que o sistema está, aos poucos, ruindo. Mas no sistema, parceiro, nada se cria e nada se perde, tudo se transforma. E o novo plano usa a vontade de Nascimento em pacificar todas as regiões do Rio de Janeiro para gerar lucros para empresários bilionários.

Conseguirá Fraga impedir que favelados sejam  expulsos de suas casas?

Conseguirá Nascimento convencer os bilionários que é melhor ir investir no pré-sal e deixar os complexos residenciais em paz?

Tropa de Elite 3 – Nascimento

Um prequel do primeiro filme, contando a história por trás do Coronel Nascimento (afinal, ele não começou nessa patente). Ao explicar a entrada de Nascimento para o Bope, o filme explicaria diversas relações, como uma história mal resolvida com Beirada (Seu Jorge) e como Baiano (Fábio Lago) se tornou dono do morro.

Seria o “Batman Begins” do nosso herói.

Tropa de Elite 3 – Utopia

Após a CPI bem sucedida comandada pelo deputado Fragra, o sistema se desfaz e finalmente a paz e justiça são alcançadas no Brasil. As drogas são descriminalizadas, a mídia é democratizada e a transparência dos atos políticos é absoluta. Não existem cargos comissionados de confiança, todo e qualquer cargo público é preenchido pelo mérito, não por influência.

Nascimento e outros ex-BOPE se esforçam para conseguir se adaptar à esse Brasil perfeito, onde a brutalidade policial já não é mais necessária, mas não conseguem.

Spoiler: no fim é só um sonho/pesadelo de Nascimento.

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